Minha História

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A minha relação com o inglês começou muito cedo, quando eu tinha entre 7 e 8 anos.

Eu estudava em uma escola aqui na minha cidade e meu professor era da Inglaterra. Ele não falava português direito — então o inglês acabou se tornando, desde o início, a nossa principal forma de comunicação. Aos 7 anos, isso significava muita mímica, tentativa, escuta e curiosidade.

Estudei com esse professor até os 12 anos e saí dessa escola fluente. Hoje, olhando para trás, entendo que isso aconteceu porque eu aprendi inglês do jeito que criança aprende: vivendo o idioma, sem excesso de regras, com filmes, músicas e histórias. Eu amava meu professor — e ele me fez amar o inglês.

Depois disso, fui para a Wizard para continuar os estudos. Fiquei mais um ou dois anos, mas o inglês já fazia parte da minha vida. Eu cantava músicas, sentia curiosidade pela língua e tinha uma motivação muito clara: eu era apaixonada por Harry Potter e sabia que o inglês me levaria até aquele universo.

Levou.

Aos 18 anos, o inglês me possibilitou fazer um intercâmbio nos Estados Unidos. Morei por quatro meses em New Hampshire e depois viajei pelo país, passando por Orlando e Nova York. Foi ali que o inglês deixou de ser apenas um idioma que eu dominava e se tornou uma ferramenta de acesso ao mundo.

Aos 17 anos, quando voltei ao Brasil, fui contratada pela Wizard — agora como professora.

E foi nesse momento que a minha relação com o inglês ganhou um novo sentido: ensinar.

A História da Minha Escola

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Ensinar inglês me colocou em contato com muitas pessoas diferentes, em fases muito diferentes da vida. Vieram alunos, turmas cheias, histórias de travas, desbloqueios, viagens, entrevistas, mudanças de rota e aumento de confiança.

Com o tempo, abri minha própria escola.

A escola nasceu do desejo de criar um espaço onde o inglês não fosse tratado como um fardo, nem como uma prova de inteligência, mas como um processo de construção. Um lugar em que aprender fosse possível sem medo excessivo de errar e sem a pressão constante por perfeição.

Ao longo dos anos, a escola cresceu.

Treinei professores, acompanhei alunos de perto, vi muitas pessoas se darem bem com o inglês e recebi inúmeras mensagens contando como o idioma tinha transformado suas vidas.

Então veio a pandemia — e, com ela, uma grande reorganização.

O ensino online passou a fazer mais sentido: ele permitia alcançar mais pessoas, respeitar diferentes rotinas e levar o inglês para além de um espaço físico. Foi nesse momento que decidi fechar a escola presencial.